Governador Ernesto Muangala Roubou Diamantes e construiu Imperio Hoteleiro Fly Angola
O actual Governador do Moxico, Ernesto Muangala, que governou a Lunda Norte por mais de 16 anos, é apontado de liderar um esquema de trafico ilegal de diamantes e outros minerais proibidos, bem como de contrabandos de combustíveis, investigação levada a cabo pelo Observa Angola, apontam que um império Hoteleiro denominado FLY Angola, espalhada em Luanda, Lunda Norte, Malanje, Lunda Sul e Moxico, é da propriedade do governante com socio General João de matos, já falecido.
O escândalo de exploração ilegal de diamantes por parte deste dirigente não é de hoje, foi denunciado por vários meios de comunicação social, mas como Muangala tinham protector junto do palácio da Cidade Alta onde ´oferecia o saco azul na porta de cavalo, como luvas de corrupção para manter o seu cargo a disposição, abafava as denuncias da Imprensa.

O recente escândalo que envolve o Governador do Moxico, foi confirmado após uma denuncia dos trabalhadores da Fly Hotel em Luanda, ao site de noticias Repórter Angola, desta segunda-feira 8, que acusa o Filho de Ernesto Muangala, de estar a esbanjar milhões.
o Portal refere ainda que, Fly Hotel de luxo do pai usado para tráfico ilegal de minerais estratégicos
A denúncia enviada a redação do Repórter Angola, partiu de funcionários da própria empresa e aponta diretamente para Belarnício E Muangala, atual responsável pela gestão da companhia e filho de Ernesto Muangala, governador da província do Moxico. Segundo os relatos, existe uma rede organizada de exploração e transporte de recursos estratégicos a partir do Leste do país, com a participação ativa de ambos.
FLY Angola acusada de envolvimento em esquema de tráfico ilegal de minerais estratégicos
A FLY Angola, uma companhia aérea privada do setor da aviação civil angolana, está no centro de graves acusações sobre o uso indevido das suas rotas para o transporte ilegal de minerais estratégicos e raros.
A denúncia, segundo o portal Repórter Angola, partiu de funcionários da própria empresa e aponta diretamente para Belarnício Muangala, atual responsável pela gestão da companhia e filho de Ernesto Muangala, governador da província do Moxico. Segundo os relatos, existe uma rede organizada de exploração e transporte de recursos estratégicos a partir do Leste do país, com a participação ativa de ambos.
O esquema, segundo as fontes, envolve o transporte clandestino de diamantes, urânio, cobalto e ouro. Estes minerais são extraídos no Moxico, levados em voos da FLY Angola durante a madrugada e, ao chegarem ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, são transferidos para aeronaves fretadas da TAAG com destino internacional, sem o devido cumprimento dos protocolos legais.
A FLY Angola, que não possui licença para operar voos internacionais, teria contornado as exigências legais através de esquemas internos, utilizando a TAAG como meio para concluir a operação. Reuniões estratégicas entre os envolvidos teriam acontecido até mesmo em pleno voo, conforme apurado.
Ainda segundo a denúncia, Belarnício Muangala teria usado cartões pessoais e da empresa para cobrir despesas privadas, misturando deliberadamente contas pessoais e empresariais. Em situações de emergência ou interrupções operacionais, os minerais em trânsito seriam armazenados no FLY Hotel, propriedade do mesmo grupo empresarial, localizado no perímetro do aeroporto Internacional, bem como no 4 de Fevereiro, informou a fonte.
A empresa foi já alvo de multas e advertências da SGA (Sociedade Gestora de Aeroportos) por alterações de rotas não autorizadas, levantando suspeitas adicionais sobre o funcionamento da companhia.
Ernesto Muangala Um Governador intocável em Angola há 18 anos na Lunda-Norte, e recentemente o seu nome foi citado de estar envolvido em Contrabandos de Combustíveis.
Após a tomada de posse de João Lourenço ao cargo de Presidente da República, no fim de 2017, os angolanos de Cabinda ao Cunene e mar ao leste, viram-se surpreendidos com as exonerações na altura e as políticas implementadas pelo novo Titular do Poder Executivo. A população, acreditava que se tratava de uma lufada de ar fresco, que visava pôr fim às políticas ditatoriais de José Eduardo dos Santos, durante os seus 38 anos de governação ininterrupta.
Entre os gestores protegidos pelo Presidente da República, consta Ernesto Muangala, Governador Provincial da Lunda-Norte, como que de gestor mais limpo que existe em Angola e não pode ser exonerado.
Ao encarar este processo todo, fomos vendo que a província da Lunda-Norte não se transformou em nada, continua a ser tal como Agostinho Neto, José Eduardo dos Santos deixaram.
Ernesto Muangala continua as suas artimanhas a enganar o novo líder do país, por isso mesmo, a população desta parcela de Angola rica em diamantes entende Mangala é o governador mais privilegiado pelo Presidente João Lourenço.
Os habitantes da Lunda-Norte não têm dúvidas de que o Chefe de Estado é o co-autor pela degradação da região, visto que em outras províncias há um passo significativo porque ganhou novos governadores e a Lunda-Norte continua a ser como na época de José Eduardo os Santos, pelo exigem a sua exoneração.
O Presidente tem essas competências de exonerar Ernesto Muangala, que o faça sem qualquer demora, porque se transformou em um regedor, esses 12 anos se fossem na Lunda-Sul, já devia ser exonerado.
Os 16 anos que Muangala dirigiu a Lunda Norte, foi tempo que apenas serviu o seu enriquecimento e da sua família, bem como amantes do seu circulo. Na Lunda-Norte não há água potável, luz da rede pública em várias comunidades.
Os hospitais nunca têm medicamentos, muitos professores trabalham a custo zero (sem salário), enfermeiros em regime de contrato sem salários a caminho de 35 meses, não há estradas em condições, sobretudo a estrada que liga a sede do município do Cuango ao sector de Cafunfo que nunca foi asfaltada desde que o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.
Por sua vez, a estrada que liga a sede do município do Cuango passando para vila de Cafunfo até à comuna de Luremo e a Brigada 75 de Infantaria nunca foi asfaltada desde que faleceu o famoso “herói nacional”, continuou assim na era de José Eduardo dos Santos e nunca sofreu qualquer reparação.
Senhor Presidente da República, os populares e os militantes do MPLA na Lunda-Norte pedem a exoneração de Ernesto Muangala o mais rápido possível.
E se o Muangala não foi exonerado, João Lourenço, reconduziu os demais governadores recentemente exonerados, por transformar o Ernesto Muangala é um “Governador intocável” pelo Presidente João Lourenço.
Até ao momento, nem a direção da FLY Angola nem as autoridades competentes emitiram qualquer pronunciamento oficial sobre o caso.