corruptos Norberto Garcia e Bandido Tavares OBSA
Um embate acirrado se instaurou entre o general José Tavares Costa e o político Norberto Garcia, ambos atuantes em um gabinete que trabalha direito com o governo de Angola. A raiz do descontentamento reside nas falcatruas por parte de Garcia, que estaria utilizando seu cargo para benefício próprio, comprometedores recursos públicos.
Garcia, subordinado ao general Tavares, tem financiado ativistas para que estes realizem ataques verbais e manifestações contra figuras chave do governo, como o presidente da república e seus auxiliares. Após incitar os ataques, o político tenta reverter a situação, aparecendo como “herói” ao dialogar com os mesmos ativistas que, em tese, deveria desestimular, a fim de parar com os ataques às autoridades.
Esse comportamento tem levantado sérias preocupações sobre a integridade e lealdade de Garcia, que agora é visto por muitos como um traidor das políticas do executivo angolano. Segundo fontes próximas ao general, essa situação levou Tavares a evitar contatos com Garcia, intensificando o distanciamento entre eles.
Norberto Garcia, amplamente conhecido por sua pretensa corrupção política e pelo envolvimento na burla tailandesa que visava roubar o estado angolano, é o homem por trás de uma rede de ativistas que atacam o presidente João Lourenço nas redes sociais. A denúncia sugere que Garcia tem financiado essas atividades com o objetivo de desestabilizar o governo em exercício.
De acordo com informações que vieram à tona, António e Silva e Silvana dos Santos desempenham papéis centrais nesta operação. Eles seriam os responsáveis por elaborar ordens e gerenciar pagamentos, incentivando assim a criação de notícias e acusações infundadas sobre Lourenço e seus colaboradores.
Na estratégia de comunicação de Garcia, ele se posiciona como um ator benevolente, conversando diretamente com ativistas que ele mesmo patrocina, enquanto busca por um retorno político e social favorável, apresentando-se como um “herói” diante da opinião pública.